O autor refere que ninguém investe nas mudanças da escola. Será pelo trabalho que dá? Ou pelo medo de experimentar novas coisas?
Hoje em dia, realmente, nota-se uma tentativa em mudar/ melhorar algo. É necessário ocorrer uma " megamudança", como refere Papert, tendo a escola o papel de apostar bastante na educação das crianças.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Capítulo 6
O termo "Microworld" refere-se a um mundo minúsculo no qual um estudante poderá explorar alternativas, testar hipóteses e descobrir factos que são verdadeiros sobre aquele mundo. Microwords é também o nome de um programa de software educacional que pode ser urilizado para criar micromundos, criar animações e apresentações e para explorações em matemática, ciências e outras áreas.
Capítulo 5
Papert refere aqui o facto de algumas crianças não se fascinarem pelo computador. Possivelmente, isto ocorre com um erro que existe no ambiente de aprendizagem de casa ou da escola a que estas crianças estão inseridas.
Capítulo 4
Neste capítulo Papert fala-nos dos valores e centra-se em 3 temas fundamentais:
1. O que é importante ensinar
É necessário que o que a criança aprenda tenha algum significado para ela. Muitos dos alunos não percebem nem dão importância ao que aprendem. A aprendizagem tem de ter em consideração a preservação de valores de honestidade e de respeito para cada indíviduo. A escola proporciona um leque muito reduzido de maneiras para se fazerem as coisas que só vai ao encontro de algumas crianças. Com isto cria-se uma generalização de que algumas pessoas não conseguem aprender algum assunto e chamam isso de Insucesso do aluno.
2. O Materialismo
A ideia de um computador para varias crianças está ligado a um crescente materialismo na vida das crianças. Uma das vantagens da cultura da Internet são as suas tend~encias igualitárias. O ponto negativo associa-se à tendência para valorizar o progresso tecnológico como um critério de sucesso.
3. Os perigos da Internet
Papert, neste ponto, alerta-nos para os perigos da Internet. Para os combater, os pais podem evitar que as crianças contactem com pessoas indesejáveis/estranhas e bloqueando a comunicação a sites perigosos.
1. O que é importante ensinar
É necessário que o que a criança aprenda tenha algum significado para ela. Muitos dos alunos não percebem nem dão importância ao que aprendem. A aprendizagem tem de ter em consideração a preservação de valores de honestidade e de respeito para cada indíviduo. A escola proporciona um leque muito reduzido de maneiras para se fazerem as coisas que só vai ao encontro de algumas crianças. Com isto cria-se uma generalização de que algumas pessoas não conseguem aprender algum assunto e chamam isso de Insucesso do aluno.
2. O Materialismo
A ideia de um computador para varias crianças está ligado a um crescente materialismo na vida das crianças. Uma das vantagens da cultura da Internet são as suas tend~encias igualitárias. O ponto negativo associa-se à tendência para valorizar o progresso tecnológico como um critério de sucesso.
3. Os perigos da Internet
Papert, neste ponto, alerta-nos para os perigos da Internet. Para os combater, os pais podem evitar que as crianças contactem com pessoas indesejáveis/estranhas e bloqueando a comunicação a sites perigosos.
Capítulo 3
Seymour Papert começa este terceiro capítulo por salientar a aprendizagem que é realizada através de programas educativos e a forma como os pais são influênciados por estes. a maior parte dos programas educativos que os pais preferem adquirir para os seus filhos caracterizam-se, maioritariamnet, por programas desumanos e com um caractér mercantil. são jogos rotineiros que não se preocupam com os aspectos essenciais; capacidade de ler, escrever e contar, deixando-os um pouco de parte.
Apesar de algumas intervenções neste campo com o intuito de mudar estas práticas, a indústria informática persiste em enfatizar as capacidades mais básicas e rotineiras da educação. este é um aspecto bastante preocupante, visto que condiciona as aprendizagens das crianças.
Papert referencia Piaget, pois este popularizou o termo "Construtivismo", isto é, defendeu que a aprendizagem deverá ser auto-dirigida, onde a criança tem de construir conhecimento, no qual o papel do professor é, somente, o de criar condições para a invenção.
Papert apresenta 3 formas que podem mobilizar esta energia para algo mais importante:
1. Na Abordagem Instrucionista produz-se um jogo de raciocinio simples. Consiste em realizar um jogo onde as crianças tenham de responder correctamente a pequenos problemas de multiplicação. Contudo, esta é a aborgagem mais utilizada pelos fabricantes de programas de computador;
2. Na Abordagem Construtivista os alunos é que constrõem o próprio jogo, pois são capazes de jogar e de produzir um jogo e, assim, aprender com a sua construção;
3. Na Abordagem do Aprender sobre a Aprendizagem os jogos só são bons para a aprendizagem quando podem ser directamente relacionados com o conhecimento de estilo escolar.
Capítulo 2
Neste segundo capitulo um dos assuntos tratados é a Literacia Informática, ou seja, o conhecimento na área computacional e quem não tiver conhecimentos sobre este aspecto, à partida, não consegue arranjar emprego.
Papert realça o facto que a maior parte dos jovens que tiram cursos de informática não aprendem o necessário, apenas contém conhecimentos superficiais sobre as componentes dos computadores e os seus programas.
Outro conceito importante é o de Fluência Tecnologica que relaciona-se com o que as crianças devem, de facto, ter em relação às tecnologias. Esta fluência surge com frequente utilização e manuseamento de vários programas.
Papert realça o facto que a maior parte dos jovens que tiram cursos de informática não aprendem o necessário, apenas contém conhecimentos superficiais sobre as componentes dos computadores e os seus programas.
Outro conceito importante é o de Fluência Tecnologica que relaciona-se com o que as crianças devem, de facto, ter em relação às tecnologias. Esta fluência surge com frequente utilização e manuseamento de vários programas.
Capítulo 1
Neste 1º capítulo, Papert confronta os leitores com uma realidade que está bastante presente nos dias de hoje. As tecnologias surgiram e revolucionaram a forma como as crianças aprendiam, por exemplo, quando os professores solicitavam os alunos a pesquisarem determinado assunto ou tema, as crianças dirigiram-se imediatamente para uma biblioteca com o intuito de pesquisarem em livros, revistas, artigos,... . Hoje em dia, a primeira e talvez a única opção é pesquisar sobre determinado assunto na Internet, visto que praticamente toda a gente já tem acesso em casa. Sendo assim, penso que as tecnologias vieram revolucionar a nossa vida, em todos os aspectos. O uso das tecnologias apresentam muitas vantagens, mas também desvantagens/ problemas que deveremos ter em conta e atenção, principalmente quando nos referimos a crianças. Para tal, pede-se aos pais que fiquem alertados e que não permitam que os seus filhos se viciem nos computadores. Aconselha-se então que os pais apoiem as crianças quando estas precisem de pesquisar temas na internet e as ensinem a seleccionar a “boa informação” da “má informação”.
Seymoner Papert realça, principalmente neste livro, como as tecnologias poderão ser importantes para que as crianças usufruam de uma melhor aprendizagem.
Seymoner Papert realça, principalmente neste livro, como as tecnologias poderão ser importantes para que as crianças usufruam de uma melhor aprendizagem.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
" A Familia em Rede"

Este livro é o primeiro do autor a ser publicado em Portugal, surgindo numa altura em que o uso da internet se encontrava em expansão. Neste livro, Papert centra as suas atenções no ambiente familiar, ao invés da escola e realça principalmente as relações interpessoais entre os que usam o computador para os seus próprios objectivos.
Papert é um dos autores principais do mundo dos computadores na educação. Mas, fundamentalmente, conhecido como o criador da linguagem LOGO ( LINGUAgem desenvolvida para fins educativos; filosofia sobre a natureza da aprendizagem e a relação entre o homem e a tecnologia):
No que diz respeito à aprendizagem, Papert sugere que deve ser a criança a comandar o computador e não o contrário.
No que diz respeito à aprendizagem, Papert sugere que deve ser a criança a comandar o computador e não o contrário.
Papert insere-se na perspectiva educativa da Escola Nova, sendo as suas ideias idênticas às de Dewey, Pestalozzi, Freinet e Montessori. O que o distingue é a sua exploração das possibilidades e limites das novas tecnologias de informação.
Para Papert o efeito positivo ou negativo das tecnologias irá depender bastante da acção consciente critica feita pelos utilizadores.
Papert sublinha também a importância da vertente afectiva da aprendizagem.
O LOGO veio revolucionar o currículo escolar e o percurso da aprendizagem, sendo usada em actividades e projectos realizados dentro e fora das salas de aula.
As ideias essenciais de Papert acerca da natureza da aprendizagem e do papel da tecnologia permanecem actuais.
Papert salienta que quando se aprende, aprende-se duas coisas: 1) um assunto/domínio específico e 2) uma perspectiva sobre o que é a aprendizagem. Para ele, o aprender a aprender é uma das condições fundamentais de sucesso na sociedade da informação.
Este livro possibilita ao utilizador habitual do computador repensar a maneira como se relaciona com o computador e com os outros.
Actualmente, as crianças compreendem os computadores porque os podem controlar sempre, consoante os seus interesses. Sendo assim, a presença do computador irá modificar a vida das crianças.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Estratégias para a acção das TIC em Educação
Uma sociedade em constante mudança coloca um permanente desafio ao sistema educativo.
As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa
mudança acelerada, a que este sistema educativo tem de ser capaz de responder
rapidamente, antecipar e mesmo promover.
A perspectiva de que a vida do indivíduo se reparte em duas fases, vida escolar e vida
profissional, deixou de fazer sentido no contexto actual, dado que a educação e a formação
se tornaram uma necessidade constante e, em muitas situações, as pessoas têm de se
submeter a nova formação e a reconversão. Por isso, o investimento nos recursos humanos é
fundamental para uma economia de sucesso e para o equilíbrio social. A União Europeia
apostou em tornar-se, nesta década, a economia do conhecimento mais competitiva e
dinâmica a nível mundial e, para o conseguir, terá que investir fortemente nas TIC e na
Educação.
No Memorando para a Aprendizagem ao Longo da Vida publicado pela UE decorrente da
cimeira de Lisboa (Junho 2000) aponta-se para 500 000 postos de trabalho no sector das TIC
por preencher por falta de candidatos habilitados e prevê-se que até 2002 este número
aumente até 1,6 milhões. Verifica-se uma grande procura de profissionais de informática e há
que fazer um grande esforço para preparar profissionais qualificados. O sector das TIC cria 1
em cada 4 postos de trabalho, prevendo-se uma evolução do eNegócio que venha a exigir
que a maior parte dos trabalhadores sejam produtores e utilizadores intensivos de produtos e
serviços TIC.
Em Portugal, as questões relativas à Sociedade de Informação passaram a figurar nos
instrumentos de planeamento, como as Grandes Opções do Plano e o Plano Nacional de
Emprego, em documentos de orientação produzidos por órgãos consultivos como o Conselho
Económico e Social e o Conselho Nacional de Educação e nos instrumentos de Concertação
Social.
O desenvolvimento de uma Sociedade da Informação e do Conhecimento é assumido no
Programa do Governo (XIV Governo Constitucional) como uma grande aposta nacional
transversal, estabelecendo medidas que visam generalizar o acesso dos portugueses aos
meios de informação e de apropriação do conhecimento bem como melhorar as suas
competências nesta matéria. As medidas propostas organizam-se em torno dos seguintes
eixos de acção prioritários:
a) Acessibilidades e conteúdos;
b) Estado aberto: modernizar a administração pública;
c) Portugal digital;
d) Desenvolver competências
Os grandes objectivos destes eixos visam o reforço da infra-estrutura científica e tecnológica,
o desenvolvimento da oferta e utilização das TIC pelos cidadãos e empresas, a utilização das
TIC para racionalizar e modernizar a Administração Pública e a formação para a Sociedade de
Informação, introduzindo alterações no ensino e nas aprendizagens escolares.
As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são um dos factores mais salientes dessa
mudança acelerada, a que este sistema educativo tem de ser capaz de responder
rapidamente, antecipar e mesmo promover.
A perspectiva de que a vida do indivíduo se reparte em duas fases, vida escolar e vida
profissional, deixou de fazer sentido no contexto actual, dado que a educação e a formação
se tornaram uma necessidade constante e, em muitas situações, as pessoas têm de se
submeter a nova formação e a reconversão. Por isso, o investimento nos recursos humanos é
fundamental para uma economia de sucesso e para o equilíbrio social. A União Europeia
apostou em tornar-se, nesta década, a economia do conhecimento mais competitiva e
dinâmica a nível mundial e, para o conseguir, terá que investir fortemente nas TIC e na
Educação.
No Memorando para a Aprendizagem ao Longo da Vida publicado pela UE decorrente da
cimeira de Lisboa (Junho 2000) aponta-se para 500 000 postos de trabalho no sector das TIC
por preencher por falta de candidatos habilitados e prevê-se que até 2002 este número
aumente até 1,6 milhões. Verifica-se uma grande procura de profissionais de informática e há
que fazer um grande esforço para preparar profissionais qualificados. O sector das TIC cria 1
em cada 4 postos de trabalho, prevendo-se uma evolução do eNegócio que venha a exigir
que a maior parte dos trabalhadores sejam produtores e utilizadores intensivos de produtos e
serviços TIC.
Em Portugal, as questões relativas à Sociedade de Informação passaram a figurar nos
instrumentos de planeamento, como as Grandes Opções do Plano e o Plano Nacional de
Emprego, em documentos de orientação produzidos por órgãos consultivos como o Conselho
Económico e Social e o Conselho Nacional de Educação e nos instrumentos de Concertação
Social.
O desenvolvimento de uma Sociedade da Informação e do Conhecimento é assumido no
Programa do Governo (XIV Governo Constitucional) como uma grande aposta nacional
transversal, estabelecendo medidas que visam generalizar o acesso dos portugueses aos
meios de informação e de apropriação do conhecimento bem como melhorar as suas
competências nesta matéria. As medidas propostas organizam-se em torno dos seguintes
eixos de acção prioritários:
a) Acessibilidades e conteúdos;
b) Estado aberto: modernizar a administração pública;
c) Portugal digital;
d) Desenvolver competências
Os grandes objectivos destes eixos visam o reforço da infra-estrutura científica e tecnológica,
o desenvolvimento da oferta e utilização das TIC pelos cidadãos e empresas, a utilização das
TIC para racionalizar e modernizar a Administração Pública e a formação para a Sociedade de
Informação, introduzindo alterações no ensino e nas aprendizagens escolares.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Aula Teórica: 9 de Outubro
O tema central desta aula foi " As TIC e a inovação das práticas pedagógicas". Os professores normalmente usam as novas tecnologias com os alunos: como novos formalismos para tratar e representar a informação; para apoiar os alunos a construir conhecimento;
para desenvolver projectos e integrando (e não acrescentando) criativamente as novas tecnologias no currículo. Contudo objectivo educativo para promover uma literacia tecnológica deveria ser apoiar os estudantes a melhorar os seus conhecimentos e competências informáticas, desenvolver atitudes positivas face aos computadores e diminuir a ansiedade em relação ao seu uso e aprendizagem (Tsai & Tsai, 2003)
A par do uso das tecnologias nas escolas é ainda importante proporcionar aos jovens e professores uma educação tecnológica.
para desenvolver projectos e integrando (e não acrescentando) criativamente as novas tecnologias no currículo. Contudo objectivo educativo para promover uma literacia tecnológica deveria ser apoiar os estudantes a melhorar os seus conhecimentos e competências informáticas, desenvolver atitudes positivas face aos computadores e diminuir a ansiedade em relação ao seu uso e aprendizagem (Tsai & Tsai, 2003)
A par do uso das tecnologias nas escolas é ainda importante proporcionar aos jovens e professores uma educação tecnológica.
Aula Teórica: 16 de Setembro
Esta foi a segunda aula teórica que tive. A primeira foi apenas apresentação, onde a professora falou do programa, dos temas que iremos abordar ao longo do 1º semestre. Enfim, foi uma aula "soft" que deu para perceber o que se irá trabalhar. Na 2º aula a professora Guilhermina Miranda apresentou um power point cujo tema central foi "As Tecnologias Educativas". Analisamos a definição de tecnologia educativa, a evolução deste conceito, os seus sub-dominios, a designação das T.IC., entre outros aspectos. Geralmente o termo Tecnologia Educativa utiliza-se para delimitar e designar um domínio teórico e de investigação.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Neste ano lectivo as docentes desta cadeira propuseram-nos vários trabalhos, tanto em grupo, como individual, que deverão ser elaborados até ao final do 1º semestre.
Na primeira aula prática formamos grupos de trabalho e seleccionamos o tema a trabalhar. O tema escolhido pelo meu grupo foi o hi5/my space. Teremos que pesquisar para posteriormente ser apresentado aos nossos colegas. Registamo-nos no site - del.icio.u onde irão ser colocados os trabalhos produzidos ou informações relevantes.
Na primeira aula prática formamos grupos de trabalho e seleccionamos o tema a trabalhar. O tema escolhido pelo meu grupo foi o hi5/my space. Teremos que pesquisar para posteriormente ser apresentado aos nossos colegas. Registamo-nos no site - del.icio.u onde irão ser colocados os trabalhos produzidos ou informações relevantes.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
2º ANO... TECNOLOGIAS EDUCATIVAS II
Cá estou eu de volta aos estudos.... e ás reflexoes!!!
Foi nos proposto na cadeira de Tecnologias Educativas II fazer uma reflexão sobre o livro de Seymour Papert, "Familia em Rede". Este livro surgiu no âmbito da expansão do uso da Internet. Papert centra-se, não na escola mas sim, no ambiente familiar. Papert dá um grande relevo ás relações interpessoais entre aqueles que usam computadores para os seus próprios objectivos. O autor tem múltiplas sugestões e conselhos, que incluem tanto os aspectos cognitivos (como se aprende?), como os axiológicos (que valores é importante salientar?) e os relacionais (que papel tem a interacção
Foi nos proposto na cadeira de Tecnologias Educativas II fazer uma reflexão sobre o livro de Seymour Papert, "Familia em Rede". Este livro surgiu no âmbito da expansão do uso da Internet. Papert centra-se, não na escola mas sim, no ambiente familiar. Papert dá um grande relevo ás relações interpessoais entre aqueles que usam computadores para os seus próprios objectivos. O autor tem múltiplas sugestões e conselhos, que incluem tanto os aspectos cognitivos (como se aprende?), como os axiológicos (que valores é importante salientar?) e os relacionais (que papel tem a interacção
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Aula Teórica - Semana 13
Sumário:
Conclusão dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e questões de realização
Conclusão dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e questões de realização
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Aula Prática - Semana 13
Sumário:
Conclusão dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e questões de realização
Conclusão dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e questões de realização
Aula Teórica - Semana 12
Sumário:
Síntese sobre Tecnologias e aprendizagem
Comunidades virtuais.
A aula consistiu na participação na conferência proferida pelo Professor José Luis Illera, da Universidade de Barcelona. Para os alunos que não puderam estar presentes, aconselha-se a escuta da gravação áudio (podcast) disponível no site das conferências
Síntese sobre Tecnologias e aprendizagem
Comunidades virtuais.
A aula consistiu na participação na conferência proferida pelo Professor José Luis Illera, da Universidade de Barcelona. Para os alunos que não puderam estar presentes, aconselha-se a escuta da gravação áudio (podcast) disponível no site das conferências
Aula Prática - Semana 12
Sumário:
Continuação da realização dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e resolução de problemas relacionados com a fase de realização
Continuação da realização dos projectos multimédia
Esclarecimento de dúvidas e resolução de problemas relacionados com a fase de realização
Aula Prática - Semana 11
Sumário:
Concretização dos projectos multimédia
Apoio à produção de conteúdos
Concretização dos projectos multimédia
Apoio à produção de conteúdos
Aula teórica - Semana 10
Sumário:
Análise e avaliação de software com fins educativos.
Dimensões, categorias, indicadores e critérios de avaliação.
Grelhas de avaliação.
Apresentação e análise de exemplos de sites, de natureza educativa.
Aprofundamento de questões relacionadas com a qualidade de conteúdo: na construção e na selecção de produtos on-line.
TPC:Fazer a avaliação de um site educativo com o apoio de uma das grelhas de avaliação
Análise e avaliação de software com fins educativos.
Dimensões, categorias, indicadores e critérios de avaliação.
Grelhas de avaliação.
Apresentação e análise de exemplos de sites, de natureza educativa.
Aprofundamento de questões relacionadas com a qualidade de conteúdo: na construção e na selecção de produtos on-line.
TPC:Fazer a avaliação de um site educativo com o apoio de uma das grelhas de avaliação
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